O futuro dos produtos lácteos sem lactose

As vendas globais dos alimentos sem lactose cresceram 8% em 2015, no comparativo com o ano anterior. Aumentou o consumo de alimentos relacionados à saúde e bem estar, tanto que as estimativas apontam crescimento médio de 6% ao ano das vendas desse tipo de produto no período de 2015-2020.

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Stevia faz o movimento de' menor teor de açúcar' para 'sem açúcar'

A estévia, adoçante natural, pode substituir o açúcar na fabricação de alimentos e bebidas. Entre 2009 e 2014, o volume global da utilização da planta teve um crescimento médio anual de 76%, já entre 2014 e 2019, a estimativa é de que aumente cerca de 2% ao ano. Há alguns desafios para as indústrias, como a rejeição do produto por causa da alteração do sabor.

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Rótulos de alimentos terão que informar lactose e caseína

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 8194/2014, que obriga a informação da presença de lactose e caseína nos rótulos dos alimentos. A emenda também proíbe a utilização de gordura trans na composição dos alimentos nacionais e importados destinados ao consumo humano, exceto os de origem animal. O texto ainda vai ser analisado pelo Senado.

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Consumo de lácteos perde fôlego no país

Pesquisa feita pela Rabobank indica a redução do consumo de lácteos no Brasil neste ano e em 2016. A estimativa é que o segmento se recupere gradualmente a partir de 2017 com a retomada das atividades econômicas. Fatores como a recessão, o desemprego, e a alta da inflação, impactam na renda dos brasileiros e limitam o consumo desse tipo de produto.

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Coca-Cola vai disputar setor lácteo no Brasil

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou a aquisição da Verde Campo pela Coca-Cola. A empresa visa competir no mercado de produtos lácteos com maior valor agregado, como iogurtes, queijos e sorvetes. O valor da transação não foi informado, e ainda não há prazo para a sua conclusão.

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Cálcio não deve ser esquecido em nenhuma fase da vida

A alimentação é a base de uma saúde plena. Se o que comemos não nos proporciona os nutrientes necessários, nosso corpo reclamará. Essa é a regra que todos nós sabemos, mas não cumprimos. O resultado obtido na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), lançada em 2011 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), informa que os brasileiros acrescentam ao combo arroz e feijão alimentos calóricos e de valor nutricional reduzido. Além disso, constatou-se a baixa concentração de vitaminas e minerais essenciais para manutenção do organismo, como o cálcio - responsável pela formação do esqueleto, dos dentes, da regulação da coagulação sanguínea e da contração muscular. "A dieta deve ser a mais variada possível, evitando excessos e alimentos processados. Quando se come apenas uma coisa, não se tem os nutrientes certos - isso desequilibra a nutrição. Consegue-se o suporte energético, que é a primeira coisa que o organismo sente, mas não tem o restante para um bom funcionamento", alerta o professor de nutrição José Dórea, da Universidade de Brasília.

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